terça-feira, 25 de maio de 2010

Relatório I Conferência Municipal de Cultura JF


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I - Ficha De Qualificação Do Órgão Responsável Pelo Evento:


1. Estado: Juiz De Fora - Minas Geraes

2. Órgão Responsável Pelo Evento: Prefeitura Municipal De Juiz De Fora, Por Meio Da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage - Funalfa

3. Endereço Do Órgão Responsável Pelo Evento: Avenida Rio Branco, 2234 Centro
CEP – 36016-310
TEL:3690-7033

II – Ficha De Qualificação Da Conferência Realizada:

1. Nº e Data Do Decreto Ou Portaria De Convocação:

Decreto: Convocação Publicada No Jornal Diário Regional, Atos Do Governo, Dia 30/09/09 NÚMERO 9997- PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

Portaria: Regulamento Publicado No Jornal Diário Regional, Atos Do Governo, Do Dia 11/10/2009 NÚMERO 009/2009 - FUNALFA

2. Período E Local De Realização: 16, 17 E 18 De Outubro
dia 16 - abertura no centro cultural bernardo mascarenhas, av. Getulio varga, 200
dia 17 e 18 – universidade salgado de oliveira – universo , av. Dos andradas

3. Município(s) envolvido(s):

4. Quantitativo de participantes:
4.1. Sociedade civil: 150
4.2. Governamental: 50
4.3. Conselheiros municipais de cultura: 06
5. Quantitativo de delegados eleitos na conferência:
5.1. Delegados da sociedade civil: 04
5.2. Delegados da área governamental: 02

III - Introdução

(Descrever de forma sucinta como foi a preparação e realização da conferência municipal, quantificando e qualificando o público participante).

O número total de inscritos na i conferência municipal de cultura de juiz de fora foram 200, conforme pré-estabelido.

As vagas foram divididas por área:



IV - Desenvolvimento

(Descrever o processo de organização e realização da conferência municipal, destacando os aspectos positivos e dificuldades/problemas enfrentados nesse processo - até 2 laudas).

Para a organização e desenvolvimento de suas atividades, a i conferência municipal de cultura de juiz de fora contou com a comissão organizadora que foi composta por quatorze membros, entre representantes do poder público municipal e membros do conselho municipal de cultura de Juiz de Fora – Concult.

Como ponto negativo, podemos destacar o quantitativo de participantes presentes nos dias da conferência. O quantitativo de participantes inscritos na i conferência municipal de juiz de fora foi de 200 e o quantitativo de participantes presentes foi de 118. Embora a qualidade das discussões não tenha sido afetada com o reduzido número de delegados. Os presentes incumbiram-se da responsabilidade e conseguiram imprimir ao debate a seriedade necessária. Todos os segmentos estavam representados.

Levando em consideração 5% do número de participantes presentes, o número de delegados ficou assim distribuído.

REPRESENTANTES GOVERNAMENTAIS:

• 01 (um) do órgão gestor da política municipal de cultura (funalfa)
• 01(um) de outra instituição do poder público

REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL:

• 01 (um) representante de entidade cultural
• 03 (três) representantes das áreas artístico-culturais

Como pontos positivos, podemos destacar os painéis expositivos, os grupos de trabalho, as propostas e discussões. A comissão organizadora destaca também, ter alcançado os objetivos da conferência. Ver ampliado às discussões em torno das políticas públicas de cultura entre os representantes governamentais e sociedade civil. Ter possibilitado a todos o direito a voz e voto e ter garantido a escolha democrática dos delegados e suplentes para representar o município de Juiz de Fora na conferência estadual.

V - Quadro Sintese Das Deliberações Da Conferência Municipal Com Base Nos Eixos Estruturantes:

ABRANGÊNCIA PROPOSTAS DE ESTRATÉGIA MUNICIPAL

1 – criação de uma política educacional de formação continuada para professores, artistas, arte-educadores e produtores culturais com ênfase na diversidade cultural local.

2 - fomento do intercâmbio entre os agentes culturais, mobilização e conscientização da classe artística local, envolvendo os agentes culturais de todas as regiões da cidade, para a participação nos fóruns permanentes organizados pelo conselho municipal de cultura. essa ação permitiria que as necessidades de cada uma das áreas artísticas e regiões de juiz de fora fossem levantadas e encaminhadas para a elaboração de um plano municipal de cultura - pmc, o que permitiria que as políticas públicas culturais elaboradas não se limitassem a apenas uma administração municipal.

3 - criar a Secretaria Municipal de cultura, incorporando a funalfa dentro de sua organização administrativa.

4 – Diagnóstico Da Cultura Local
realização de diagnóstico e censo cultural a cada quatro anos, a partir de 2011, em âmbito municipal para mapear os agentes e espaços culturais já atuantes nas diversas regiões de juiz de fora, assim como as manifestações culturais realizadas nesses locais. estes instrumentos abrangeriam as vocações artísticas de cada local e as necessidades (materiais, humanas, de adaptação à diversidade e à acessibilidade universal) de cada um deles. O conselho municipal de cultura - concult e a funalfa coordenarão as atividades do censo e diagnóstico.

5 – Capacitação E Formação De Agentes Culturais.
Investimento em instrumentos para capacitação dos agentes culturais já existentes em juiz de fora e região, assim como a formação de novos agentes. Alguns dos meios para a capacitação e a formação seria o oferecimento de cursos que abordassem temas como produção cultural e gestão de projetos.

6 – criação de uma rede de pontos de cultura municipais, em ampliação e integração à política homônima do governo federal.

ESTADUAL

1 - isenção por parte do governo estadual das taxas de segurança pública e ecad para as manifestações caracterizadas como festas populares com histórico popular sem fins lucrativos.

2 - descentralização das ações da secretaria estadual de cultura.

NACIONAL

1 - estabelecer e estimular a formação de ações diversificadas de integração da cultura nacional, por meio de programas de quantificação, divulgação, difusão e circulação, em que haja o intercâmbio entre as regiões brasileiras. com este objetivo, o Minc deve garantir espaço relevante nos meios de comunicação, de forma democrática, às manifestações da diversidade cultural e aprimorar os mecanismos de mensuração dessa produção, com vistas à melhor distribuição dos recursos públicos em todos os níveis da federação.

2 – ampliação dos recursos econômicos para os setores ligados à preservação do patrimônio cultural, material, imaterial e natural, possibilitando também a implementação permanente de um projeto de educação patrimonial, aliada a uma definição de política de utilização dos espaços tombados.

VI- Ficha Técnica dos Delegados Eleitos: